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‘CARRO DE BOI’: CRIANÇAS EXPLORAM CULTURA LOCAL
13:12:00Unknown
A iniciativa partiu de
uma turminha da Creche Municipal Francisca Idalina Lopes, no Morro das Pedras
Com
o objetivo de ampliar o conhecimento dos pequenos com relação à história,
cultura e tradições que cercam Florianópolis, as professoras Fabiana Moreira e
Valeria Pereira, da Creche Municipal Francisca Idalina Lopes, no Morro das
Pedras, iniciaram o projeto “Pequenos Exploradores na Ilha da Magia”.
Na mais recente atividade da turma, com crianças
entre 5 e 6 anos, foi conhecer a tradição do “carro de boi”, um dos mais primitivos e simples meio de transporte, geralmente utilizado em meios rurais, para cargas
(produtos agrícolas) e pessoas. Para isso, receberam na unidade o
Geralcino Fernandes, 79 anos, conhecido na comunidade como “Seu Chinico”.
Além
de conversar com os pequenos e responder as dúvidas e curiosidades, “Seu
Chinico” contou sobre os tempos antigos e explicou como a farinha de mandioca
era feita manualmente ainda no inicio de desse século.
No
final do encontro, o grupo ainda pode dar uma voltinha no “carro de boi” do
Geralcino. Foi diversão na certa!
Os
pequenos também já participaram de outras saídas, conheceram a cabeceira da
ponte Hercílio Luz, visitaram a Lagoa do Peri e fizeram uma visitinha ao Ecomuseu
do Ribeirão da Ilha. As atividades contaram com o apoio das auxiliares de sala
Fabiana Karla e Deise Falconi.
Assista a matéria completa da RicMais: http://ricmais.com.br/sc/rictv-florianopolis/videos/FF9FQorOkwY/projeto-ensina-a-cultura-da-ilha-para-as-criancas/
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CRIANÇAS CULTIVAM HORTA ORGÂNICA NO RIBEIRÃO - CONHEÇA OS BENEFÍCIOS
15:01:00Kamila R. Brito
Pequenos plantam verduras e legumes na Creche Municipal Caetana Marcelina
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| Com os repolhos - Everton Pereira, 5 anos, Emilly Moreira Demetrio, 6 anos, e Isabely Melo Paes, 5 anos |
A
criançada aproveitou o dia ensolarado no Ribeirão da Ilha para colocar as mãos
na terra e ajudar na horta escolar da Creche Municipal Caetana Marcelina Dias.
Com idades entre 2 e 6 anos, a garotada auxiliou na plantação de verduras e
legumes, além de colher uma grande variedade de alimentos orgânicos, como
alface, repolho, cenoura, beterraba, pimentão, cebolinha e couve mineira.
| Miranda Botelho, 2 anos e Yohani Vitória Vieira , 2 anos aproveitaram o momento e deram uma volta no carrinho de mão conduzido pela auxiliar de sala, Eliane Corrêa |
A
iniciativa da atividade partiu da professora Cristina Castro e da auxiliar de
sala Eliane Corrêa, responsáveis pelas crianças com idades entre 2 e 3 anos,
além da professora Rosemery da Silva e da professora auxiliar Jaqueline da
Silva, que cuidam da garotada com idades entre 5 e 6 anos.
♥
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Ficou com vontade de fazer uma horta na
sua instituição de ensino? Pois, temos uma dica bem bacana pra você.
A pedida do Ministério da Saúde, os
pesquisadores da Universidade de Brasília criaram o manual "A Escola
promovendo hábitos alimentares saudáveis”. O exemplar traz, passo-a-passo, a
introdução de uma horta para ser realizada em qualquer unidade para que todas
as crianças e alunos, independente da idade, participem.
Segundo o guia, “a horta pode ser um
laboratório vivo para diferentes atividades didáticas”, que ainda trazem
outras vantagens à comunidade.
1 - Proporcionar uma
grande variedade de alimentos a baixo custo
2 Permitir que toda a
comunidade tenha acesso a essa variedade de alimentos por doação ou compra e também
se envolva nos programas de alimentação e saúde desenvolvidos na escola
3 - Diversificar as atividades na escola onde o professor pode relacionar diferentes conteúdos e colocar em prática a interdisciplinarida na horta da unidade
Gostou da ideia? Então clique aqui e baixe gratuitamente o manual
Fonte: Redação CicloVivo
Crianças confeccionam
bandeira do Brasil para torcer pelos atletas olímpicos
O grupo Abelhinha do
Centro de Educação Infantil Nossa Senhora da Boa Viagem, no Saco dos Limões,
arranjou um jeitinho diferente para torcer pela delegação brasileira nos Jogos
Olímpicos do Rio.
As crianças se uniram e
juntas confeccionaram um bandeira do Brasil. Foram utilizados papel pardo e
sobras de EVA no contorno da bandeira, e para pintá-la, a garotada lambuzou as
mãos nas tintas guache- cores azul, amarelo e verde- e as carimbaram sobre o
papel.
“O principal objetivo da
atividade foi trabalhar a coordenação motora dos pequenos, as cores e a
interatividade entre o grupo. Ficamos muito orgulhosos do resultado final”, comenta
a professora Simone Losso, responsável pela turma.
A atividade também foi uma
iniciativa da auxiliar de sala Elizete Ceron e da professora auxiliar Márcia.
O CEI Nossa Senhora da Boa
Viagem é uma das entidades que recebe apoio financeiro da Prefeitura de
Florianópolis.
#Educação #SME #Florianópolis
DIA DO PIJAMA ENCERRA AS ATIVIDADES DO SEMESTRE NO NEI GENTIL MATHIAS
Na rede municipal de ensino, as aulas retornam no dia 1º de agosto
Para finalizar as atividades do primeiro semestre as
profissionais do Núcleo de Educação Infantil Gentil Mathias da Silva, nos
Ingleses, planejaram um dia diferente na unidade.
Todas as crianças da instituição participaram do “Dia do
Pijama”. Para tornar o momento ainda mais divertido, a equipe do NEI montou
cabaninhas, contaram histórias apenas com a luz das lanternas e assistiram
apresentações culturais das turmas.
As férias de julho começaram no dia 16 e se estenderão até o dia
31 deste mês.
Boas férias, criançada!
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CRIANÇAS DO NEI GENTIL MATHIAS CONHECEM ALFABETO EM BRAILLE
12:11:00Unknown![]() |
| Professora Daiane e crianças |
Na primeira atividade com a turma, com idades entre 5 e 6 anos, as profissionais mostraram aos pequenos o livro Um Mundinho para Todos, obra infantil ilustrativa de Ingrid Blellinghausen. As profissionais trabalham com dois exemplares, um com a escrita tradicional e outro em braille.
Para ajudar as crianças a identificarem as letras em Braille, as profissionais também utilizaram o jogo do alfabeto, todo em relevo. “Nosso objetivo é trabalhar a inclusão e ensinar as crianças a identificar as letras desse alfabeto. Acredito que seja um trabalho importante, e um conhecimento que toda a turma pode levar para além dos limites da sala de aula”, diz Daiane.
Reconhecendo as letras
O trabalho com o alfabeto Braille faz parte do projeto de letramento da garotada. Tudo começou quando os pequenos se depararam com revistas, livros e cartilhas em um pequeno espaço da sala, e ficaram curiosas com as palavras.
Aguçada a vontade de ler e de escrever, a turminha perguntava às profissionais o que estava escrito naqueles textos. Desde então, notado o interesse dos pequenos, Daiane e Eli decidiram colocar em ação o projeto de letramento da turma. “Resolvemos propor atividades diferenciadas para incentivá-los a identificar e montar palavras. Através de jogos, ensinamos a eles a reconhecerem as letras e o som de cada letra”, comenta Daiane.
Com copos descartáveis, as profissionais criaram o jogo do alfabeto. As crianças foram instigadas a escolher uma palavra. Com as letras escritas em cada copo, Elis e Daiane, questionaram o grupo a respeito de quais formavam a palavra, e ajudaram a identificar as letras quando necessário.
A turma também participou da brincadeira do macarrão de letrinha. Cada criança recebeu uma ficha com diversas palavras, além de um pouco do macarrão. Dessa forma, tinham que procurar as letras correspondentes ao que estava escrito.
Atividades de inclusão
As discussões sobre inclusão continuam na turma de Daiane e Elis. Duas atividades já estão programadas: uma acontecerá na calçada em frente à unidade. As professoras levarão as crianças para caminhar sobre o piso tátil, piso diferenciado com textura e cor sempre em destaque para auxiliar pessoas com deficiência visual e baixa visão a se locomoverem.
As profissionais também explicarão as diferenças entre os dois tipos de piso tátil, um com bolinhas, que representam o alerta para algum obstáculo, e outro com traços, que ajudam na direção do caminho.
A segunda atividade será com as bolinhas do sagu, substância extraída do caule de palmeiras que serve como ingrediente em diversos alimentos. Os pequenos utilizarão o ingrediente para escreverem o próprio nome em Braille.
#Educação #Florianópolis #SME
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| Professoras já realizaram café colonial e jantar com pequenos |
Crianças da creche Francisca Idalina Lopes, no Morro das Pedras, em Florianópolis estavam resistindo na hora de comer salada. Para contornar o problema, as professoras das turmas de 5 e 6 anos, em conjunto com os pequenos, criaram o "Restaurante Fominhas", projeto que ensina como se alimentar melhor e de quebra dá noções de como se comportar à mesa, usar talheres, guardanapo e se servir sozinho.
Dentro do projeto, as professoras Valeria Pereira e Fabiana Moreira e as auxiliares de sala Fabiana Costa e Deise Falconi já organizaram uma espécie de café colonial e um jantar, como se fosse um restaurante mesmo:
— Desmontamos o espaço do brinquedo, colocamos as mesas com flores no meio e toalhas brancas. Criamos um ambiente bem harmonioso. Além de ensinar bons hábitos alimentares, queremos a autonomia das crianças para que possam se servir, usar talheres, guardanapos e xícaras adequadamente — explica a professora Fabiana.
A professora Valéria acrescenta que também destacaram a importância de mastigar os alimentos devagar e colocar no prato somente aquilo que irão comer: — Nossa intenção é ensinar as crianças a melhor forma de se portar à mesa — finaliza.
O projeto não para por aí. O próximo "jantar" do Restaurante Fominhas já está marcado para o dia 14 de julho, quando o prato principal será uma peixada. Fabiana explica que a ideia é trabalhar pratos típicos da Ilha para que os pequenos conheçam mais o costume e história de Florianópolis.
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| O objetivo do projeto é reforçar uma boa alimentação |
| Irmãs inseparáveis |
Foi no ano passado que o Nei Gentil Mathias recebeu mais um par de irmãs gêmeas. Alice e Luisa, de 1 ano e 11 meses.
Segundo a professora, Daniele Porres Silveira, a adaptação das duas meninas foi ótima. “Elas são muito tranquilas. Mas, pela semelhança, só com o passar do tempo é que reconhecemos quem é quem”, comenta.
Luisa é a mais concentrada na hora de realizar as atividades. Adora brincar com bonecas e panelinhas. Jogos de montar também chamam a atenção da pequena, que ao final de cada construção vibra pelo feito.
Já a Alice, geralmente, prefere brincar com várias coisas ao mesmo tempo. Adora ouvir histórias e folhear livros.
#educação #gêmeos #SME
| Isabel e Isabele possuem muito em comum. |
Isabel e Isabele, carinhosas e parceiras. Conheçam mais uma história dos gêmeos do NEI Gentil Mathias. Elas possuem muito em comum. Além da semelhança no nome, fisicamente, são idênticas. Gêmeas univitelinas, completaram dois anos em janeiro deste ano.
Ambas frequentam o NEI Gentil Mathias e estão na turma da professora Andreza da Silva.
Isabel faz amizade fácil. Gosta de brincadeiras em grupo. Isabele é a tranquila. Prefere brincar e ficar envolvida nas próprias brincadeiras.
“As “manas”, como são chamadas pela maioria das crianças, são comunicativas, cada uma do seu jeitinho”, comenta Andreza
Ainda, segunda a professora, “não é muito comum vê-las brincando juntinhas”.
#educação #gêmeos #SME
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| Personalidades distintas |
Na turma da professora Shirlaine Ana de Souza, no NEI Gentil Mathias, uma dupla de irmãos não passam despercebidos. Arthur e Vítor, de 4 anos, são irmãos gêmeos idênticos.
Apesar de serem tão parecidos, ambos possuem jeitos e preferências diferenciadas. Vítor é mais calado, Arthur é ativo. Para diferenciá-los somente com um pequeno sinal próximo dos lábios.
“Ser dependente um do outro não faz parte da personalidade deles. Gostam de brincar com outros colegas, e são bastante autônomos”, completa a professora.
#educação #gêmeos #florianópolis
| Irmãos gêmeos e inseparáveis |
Ana Luiza é uma menina de cabelos louros cacheados e olhos verdes. João, um menino de cabelos e olhos castanhos.
Apesar das diferenças, há uma particularidade que os une. Nasceram no mesmo dia, há quatro anos. São irmãos, gêmeos bivitelinos. Providos da fecundação de dois espermatozoides em dois óvulos.
Quando chegaram ao NEI Gentil Mathias no ano de 2014, passaram pela mesma confusão de sentimentos. Choravam juntos e procuravam um no outro um pouco de consolo para enfrentarem os primeiros passos na educação infantil.
Com tempo se acostumaram ao novo ambiente. Hoje, ambos adoram interagir com os outros colegas e criar novas brincadeiras. Compartilhar as aventuras que vivenciam fora da unidade e inventar muitas histórias quando estão em roda.
Para a professora, Denise Frerichs Armonas, os dois são ótimos ajudantes. “A Ana e o João gostam de auxiliar em tarefas corriqueiras como a de colocar creme dental nas escovas dos amigos, ou varrer o chão da sala. Adoram participar de tudo”, salienta.
Ainda, para Denise, “são as diferenças e semelhanças que fazem cada um ter suas particularidades. Irmãos igualmente crianças, igualmente sorridentes, igualmente decididos, e, principalmente, igualmente únicos”.
#educação #gêmeos #florianópolis
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| Rafa e Manu são inseparáveis |
Gêmeas univitelinas, Rafaela e Manuela dividiram o mesmo espaço durante meses. E, mesmo fora da barriga da mãe, aventuram-se pelo mundo do lado de fora com as mãos dadas.
Rafa, um pouco mais reservada, diverte-se com brincadeiras ao ar livre, cantigas e dança. Manu, já é a mais organizada entre as duas. Gosta de deixar tudo arrumado.
Foi em 2014, que ambas passaram a frequentar o NEI Gentil Mathias. E, desde então, a iniciativa de interagir com os outros amigos parte da Manuela.
Para a professora da sala, Elis Regina da Silva Grudzien, a amizade entre as duas é emocionante. “Não se desgrudam. Nas apresentações teatrais querem sempre escolher os mesmo personagens para ficarem iguais. A Manu é a protetora. Cuida e dá conselhos para Rafa”, destaca.
#educação #gêmeos #florianópolis
| Igor e Thiago, gêmeos univitelinos |
Igor e Thiago, aos olhos da professora Zélia Zimmermann, possuem um intenso laço de irmandade. Os irmãos frequentam o Núcleo de Educação Infantil Gentil Mathias, nos Ingleses.
Não é exagero dizer que os gêmeos idênticos são quase que inseparáveis. Gostam da companhia um do outro e preferem fazer as atividades lado a lado. Procuram sempre a proximidade, seja para lanchar, escovar os dentes ou tirar aquela soneca da tarde.
Na sala, preferem organizar um cantinho para a diversão dos dois. Em idas e vindas, atravessam o espaço carregando brinquedos. Bonecos, animais e carrinhos ultrapassam um universo paralelo com os garotos, que chegam ao mundo do faz de conta esquecendo de todo o resto.
Para Zélia, a cumplicidade entre os dois é ótima, no entanto, ela acredita que ambos precisam dar espaço para outros colegas se aproximarem. “Nós estamos tentando ampliar o círculo de amizades deles, além de trabalharmos a autonomia dos dois na hora de tomarem alguma decisão”, comenta Zélia.
#educação #gêmeos #florianópolis
| As histórias de cada par de gêmeos serão publicadas diariamente. |
As histórias de irmãos gêmeos na rede municipal de ensino de Florianópolis vem surpreendendo cada vez mais. Depois da descoberta de seis pares no Núcleo de Educação Infantil Otília Cruz, na Coloninha, a Secretaria de Educação constatou que no Núcleo de Educação Infantil Gentil Mathias há sete duplas de gêmeos.
Em Ingleses, no Norte da Ilha, no começo da manhã, às 7h30, esses meninos e meninas idênticos ou semelhantes cruzam os portões da instituição, onde permanecem em período integral. Dessa turma, Igor e Thiago de Sá Sagaz são os mais velhos. Completaram o sexto ano de vida na última terça-feira, 17. Logo depois, estão as inseparáveis gêmeas idênticas Rafaela Dias Mendes e Manuela Dias Mendes, seguidas pelos irmãos João Guilherme Souza e Ana Luiza Souza.
Arthur Nunes Lopes e Vitor Nunes Lopes chegam à sequência, juntos com Isabel e Isabele Mannes de Lima. Além das irmãs Luíza Pereira Machado e Fernanda Pereira Machado, e de Alice Faber e Luisa Faber, que entraram ano passado na unidade.
O grupo se junta às 381 crianças, com idades entre 4 meses e 6 anos, que frequentam o NEI em período integral.
A auxiliar de sala Juliana dos Santos comenta que até o ano passado tinha ainda outro casal de gêmeos na unidade, mas que se mudaram com a família. “Eu conheço a turma de todos os gêmeos. Sinto um pouco de dificuldade em reconhecer quem é quem, mas as professoras de sala e as outras crianças de turma sempre sabem”.
Apesar das semelhanças entre os gêmeos, cada um possui sua particularidade. Gostos e jeitos diferentes estão reunidos no espírito da inocência e simplicidade desses pequenos.
#educação #gêmeos #florianópolis

































